07.08.2013 Identidade visual da OMA

O desenvolvimento da identidade visual da OMA tinha como objetivo uma comunicação que transmitisse os princípios básicos da empresa: integridade, responsabilidade e confiabilidade.

Ao mesmo tempo, pretendia criar uma ponte com a arte contemporânea, cujo movimento de constante transformação e adaptação representam a natureza das pesquisas de opinião e a versatilidade da empresa, que atua em diversas áreas.

A solução foi uma marca simples e limpa. Possui apenas um elemento gráfico além da tipografia e faz uso da cor cinza, o que garante a ela seriedade e, ao mesmo tempo, leveza.

A concisão e clareza da marca contribuem para uma rápida absorção e pregnância, o que confere a ela força.

A identidade visual é mutante e estabelece uma relação direta com as artes plásticas: trabalhos de diferentes artistas plásticos podem ser aplicados, possibilitando a renovação periódica dos itens de papelaria. Apenas elementos essenciais se repetem (a marca, a tipografia e o mesmo tom de cinza) para manter a unidade entre as peças.

As fotografias de Elisa Bracher, que compõem atualmente a identidade visual da OMA, foram escolhidas pela humanidade e versatilidade que transmitem: pesquisas registram e analisam opiniões de pessoas, muitas vezes em suas próprias casas.

 “Todo grupo social possui códigos próprios. Fotografar a favela era penetrar nesses códigos. Foi preciso calma. Deixei que meu olhar se construísse no ritmo imposto pelos moradores. A cada dia via com mais clareza, e percebia semelhanças com meu trabalho de escultora e gravadora. O mesmo olho que registrou os barracos era o que buscava soluções plásticas: edificações repletas de volumes relacionados de forma aparentemente caótica, cores, fios que partem de um ponto e interrompem seu caminho em vazios abarrotados de planos e restos de céu.”  - Elisa Bracher, 'A Cidade e Suas Margens’, pg. 7

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